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terça-feira, 24 de março de 2015

DIA "D" DA ÁGUA NA EREM JOSÉ SEVERINO DE ARAÚJO

O dia "D" da água foi trabalhado na EREM José Severino de Araújo com o objetivo de discutir e sensibilizar a comunidade escolar a praticar do uso sustentável e racional da água.

Mobilizamos toda a escola e trabalhamos a respeito da Declaração Universal do Direitos da Água com cartazes, gritos de guerra, paródias, faixas, textos, panfletos e oficinas mostrando a importância do reaproveitamento da água.

Mostramos todos esses trabalhos a comunidade local em uma caminhada, com a finalidade de conscientizar a população de que  em todos os dias do ano devemos economizar água. Não há outro caminho se não o da racionalidade para nos desviarmos da plena escassez.

"Respeito e reconhecimento a importância da água é manifestação de cidadania"

Professores da EREM José Severino de Araújo

FOTOS DO EVENTO ABAIXO

Educadores em estado de greve mostram ânimo em passeata nesta segunda (23)

Em estado de greve, 2 mil educadores aprovaram em assembleia passeata e paralisação de dois dias  


Trabalhadores em educação lotaram o Teatro Boa Vista, na tarde desta segunda-feira (23), para saber dos resultados da última reunião de negociação com representantes do governo, que quer dar a categoria 13,01% aos professores com nível médio, o antigo Magistério e 0,89% para os docentes com nível superior. Insatisfeitos com a proposta, professores resolveram paralisar as atividades nesta quarta e quinta (26), para cobrar seriedade do poder público em relação a educação.
Na assembleia, o presidente do Sintepe, Fernando Melo, detalhou desde a chegada do Projeto de Lei na Alepe até a suspensão momentânea da votação do mesmo. Em seguida, o sindicalista reafirmou que a posição do sindicato juntamente com os trabalhadores é manter 13,01% de reajuste para toda categoria. “Exigimos o respeito ao Plano de Cargos e Carreira. Os professores que têm nível superior sentem-se prejudicados com o percentual oferecido”, assegurou Melo. Para cobrar um posicionamento concreto do governo estadual, os trabalhadores deliberaram em assembleia uma passeata até o Palácio do Governo, além de decidirem cruzar os braços na quarta e quinta-feira (26).
No caminho, entre os educadores que conversamos está Valter Barbosa, professor de História da Escola Edmur Arlindo de Oliveira, que garantiu que a categoria precisa desenvolver mecanismos de pressionar mais ainda o governo, que na negociação pouco acrescenta. Representantes das escolas de referência, colocadas pelo governo como modelo na educação, participaram da passeata e mostraram-se indignados com as propagandas mentirosas. “Temos muitos problemas estruturais. A escola não é modelo porque falta ventilação, as salas estão superlotadas, falta merenda, falta merendeira. A sociedade precisa ver como o governo trata a educação”, garantiram as professoras.
Para que você acompanhe os próximos passos da luta, disponibilizamos a agenda aprovada pela categoria, que está em estado de greve, na assembleia da tarde desta segunda-feira (23).
24/03 – Mobilização nos locais de trabalho;
25 e 26/03 – Paralisação das atividades;

27/03 – Assembleia geral da categoria, às 9h, local ainda será definido;
30/03 – Reunião de representantes com o governo, às 16h, na Secretaria de Administração;

31/03 – Nova assembleia da categoria, à tarde, local a definir.
Fonte: SINTEPE

Pesquisadores dos EUA encontram OURO no cocô das pessoas

Do UOL, em São Paulo
  • Arte UOL
    Os metais encontram o seu caminho dentro do corpo e acabam sendo excretados
    Os metais encontram o seu caminho dentro do corpo e acabam sendo excretados
Quem diria, o seu cocô vale ouro! Depois de ser possível movimentar um ônibus apenas com as nossas ''porcarias'', agora pesquisadores americanos identificaram resíduos de ouro em estações de tratamento de esgoto em níveis que, se procurados no solo, seriam dignos de passar por mineração. Ou seja, nossas fezes são "rycas".
As "pepitas" minúsculas foram observadas através de um microscópio eletrônico de varredura.
A cientista Kathleen Smith --que coordena a pesquisa--, disse: "o ouro que encontramos estava no nível de um depósito mineral mínimo". "Há metais em todos os lugares --em produtos para o cabelo, detergentes e até mesmo nas nanopartículas que são colocadas nas meias para evitar maus odores", acrescentou.
Os metais encontram o seu caminho dentro do corpo e acabam sendo excretados água abaixo.
Os pesquisadores americanos estão investigando formas de obter minerais valiosos além do ouro, como prata e elementos raros como o paládio e vanádio.

Bora fazer esse intestino funcionar, meu povo! (Com Metro.co.uk)

No sertão do CE, 'açude inteligente' não seca e garante água a comunidades


Fabiana Maranhão
Do UOL, em Canindé (CE)


Na comunidade rural cearense de Barra do Bento, a 23 km do centro de Canindé (a 115 km de Fortaleza), os moradores sabem que podem contar com a água que vem do açude porque ele nunca seca, faça chuva ou faça sol. Pelo menos tem sido assim desde que ele foi construído, há cinco anos.
A reportagem do UOL percorreu mais de mil quilômetros entre os Estados do Ceará, do Piauí e de Pernambuco em busca de exemplos de como é possível driblar a escassez de água. As experiências podem servir de lição para a região Sudeste, que enfrenta uma grave crise de falta de água desde o começo de 2014.
Os açudes fazem parte da paisagem do interior do Nordeste. Não é preciso andar muito para se deparar com essas construções simples usadas para armazenar água da chuva. Na maioria das vezes, são grandes buracos cavados em áreas mais baixas. Por causa da baixa precipitação, passam grande parte do ano secos ou apenas com lama.
Mas o açude que abastece as 38 famílias de Barra do Bento tem estado cheio desde que foi feito. A explicação está em suas características. Ele é mais fundo (tem 15 metros de profundidade) e ocupa uma área menor (cerca de 500 metros de extensão) que os açudes comuns. Além disso, fica entre duas serras, o que o "livra" do sol, e consequentemente da evaporação, durante algumas horas do dia.
O engenheiro agrônomo José Maria Pimenta, nascido e criado no sertão cearense, batizou a ideia de "açude inteligente". Segundo ele, é preciso de apenas 300 milímetros de chuva para enchê-lo. 
Ele conta que idealizou o projeto depois de analisar os índices pluviométricos do Ceará ao longo de 120 anos e constatar que choveu menos de 300 milímetros em apenas quatro anos. "Então, a probabilidade de um açude inteligente verter, sangrar, encher todo ano é de 97%", diz.
"Eu chorei na primeira vez da sangria dele [açude]. Foi em 31 de janeiro de 2008. Eu chorei mais o meu filho", lembra o agricultor Raimundo Rodrigo de Souza, 47.
A dona de casa Raimunda Pinto, 36, conta que, antes do açude, era preciso andar entre três e cinco quilômetros para pegar água, que era levada para casa em recipientes carregados por jumentos. "Hoje nós temos [água] para repartir com os que não têm", comemora.
À frente da Ematerce (Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Ceará) durante quase oito anos, Pimenta viabilizou a construção de 40 açudes inteligentes em quatro cidades cearenses --Canindé, Madalena, Quixeramobim e Piquet Carneiro. Esse tipo de açude leva cerca de dois meses para ficar pronto e custa cerca de R$ 70 mil.
A água do açude é levada por meio de bombas até as comunidades. Antes de chegar às torneiras dos moradores, ela passa por um processo de tratamento e depois é usada para beber, cozinhar, tomar banho, lavar roupa, além do cultivo de frutas e verduras e da criação de animais.

segunda-feira, 23 de março de 2015

Escolas recorrem à tutoria para ensinar aluno a estudar


Em São Paulo
Entre uma classe de geometria e outra de história, escolas particulares de São Paulo têm reservado tempo para uma aula que não é de uma disciplina, mas se refere a todas. Chamadas de tutoria ou estudo monitorado, as atividades têm o objetivo de ensinar o aluno a estudar. O esforço serve como empurrão para os menos disciplinados e de guia para quem, mesmo debruçado nos livros, não consegue notas boas.

A proposta é ajudar na organização de tarefas e pesquisas, além de preparar para os testes. Outro objetivo é dar dicas sobre a melhor forma de fixar cada conteúdo. Em Matemática, praticar com vários exercícios ajuda no aprendizado, por exemplo. Em geografia, sublinhar trechos do livro e fazer esquemas com os principais conceitos são boas estratégias.

No Colégio Santa Maria, no Jardim Marajoara, zona sul da capital, a tutoria passou a ser oferecida neste ano, no contraturno, aos alunos do ensino fundamental 2, do 6º ao 9º ano. "Nessa faixa etária (de 11 a 14 anos), é difícil mostrar o quanto é importante criar um hábito de estudos", explica Adriana Tiziani, coordenadora da escola. Outra vantagem é afastar os adolescentes das distrações extraclasse. "Se eles vão para casa, ligam o celular ou a TV", diz ela.

Carlos Alberto Ohara, do 8º ano, já trocou parte das horas de videogame pelos cadernos. "Eu sempre fazia a lição de casa, porém não relia a matéria. Não achava que tinha necessidade", admite ele, de 13 anos. "Se relemos, vamos lembrar mais e fica mais fácil para a prova", diz.

Segundo a escola, a proposta tem base na neurociência: a estratégia de estudo define se o conteúdo fica na memória de curto prazo, como na "decoreba" da véspera do exame, ou de longo prazo. Além da releitura, há incentivo a tirar dúvidas com o professor-tutor e discutir com os colegas. Essas aulas são cobradas à parte, além da mensalidade. O valor depende do número de encontros na semana.


Rotina apertada

No Colégio Joana D'Arc, no Butantã, zona oeste, o estudo monitorado serviu, neste ano, para aproveitar melhor o tempo dos alunos do ensino fundamental 2. Como a escola é de tempo integral, era complicado se dedicar às disciplinas após a volta para casa. Essa atividade dá espaço para que o aluno faça a lição no colégio, com supervisão do professor. "A permanência do aluno por mais horas na escola é uma tendência mundial, mas são necessárias adaptações", afirma o diretor José Carlos Pomarico.

De acordo com ele, a vantagem desse formato é mostrar ao jovem as características de estudo das diferentes matérias e os pontos principais de cada conteúdo. "A escola não pode pressupor que o aluno é especialista em tudo", diz.

Fernando Yoshida, no 8º ano do fundamental, aprovou a iniciativa da escola. "Às vezes, a professora nos divide em grupos de estudos ou fazemos a lição de casa juntos. É bem interessante o ambiente que se cria", diz ele, de 13 anos. "Antes, tínhamos problemas de tempo para fazer tudo em casa", diz. A aula, parte da grade curricular, ocorre duas vezes por semana.


Passo a passo

No Colégio Pentágono, no Morumbi, zona sul, a ajuda ao aluno varia segundo a faixa etária. Para os mais novos, o professor orienta até na organização do armário, de como manter todos os livros e cadernos visíveis, e da agenda, para não perder nenhuma tarefa programada. As estratégias recomendadas também variam de acordo com o perfil do aluno e da disciplina.

Sublinhar palavras-chave, fazer resumos e mapas conceituais são dicas. "O tutor também fala sobre os cuidados com as perguntas nas provas. Prestar atenção se o enunciado pede para comparar, justificar ou relacionar problemas", explica Américo dos Santos, coordenador do fundamental 2.

No Pentágono, a disciplina existe há oito anos e integra a grade curricular. Mais do que indicar os pontos de chegada, de acordo com Santos, o colégio deve mostrar o caminho correto para aprender. "O óbvio, que é importante, às vezes não é visto. A tutoria ajuda nisso", sustenta.

Giulia Moreira, do 8º ano, conseguiu melhorar o desempenho. "Antes eu lia um texto e escrevia sobre ele, mas não estava aprendendo o conteúdo, só decorando", diz. Com recursos simples, como nomear parágrafos e procurar significados no dicionário, ela melhorou a interpretação. "Não quero aprender para a prova, mas para a vida", diz ela, de 13 anos.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Estudantes trocam conhecimento e ajudam colegas de sala


Em São Paulo
Quando o assunto é difícil, só a explicação do professor não basta - e vale recorrer ao colega para uma mão amiga. A tradicional cooperação entre alunos se tornou parte da grade curricular de alguns colégios privados, que montaram projetos em que o estudante é tutor do próprio colega. Essa troca de informações, afirmam as escolas, ajuda no aprendizado e na conquista de autoestima dos jovens.

No Colégio Rio Branco, em Cotia, na Grande São Paulo, o trabalho com alunos tutores começou no ano passado, com os ensinos fundamental 2 e médio. Uma das vantagens é a explicação do conteúdo com uma linguagem mais próxima e exemplos próprios ao universo do adolescente.

"Na aula, às vezes alguém pergunta e o professor não entende por causa do jeito e das palavras que o aluno usa. Eu consigo entender mais fácil", diz Júlia Dias, do 1º ano do ensino médio. "Depois, alguns professores até perguntam para nós como explicamos a matéria", diz ela, de 15 anos, que deu lições de Álgebra aos colegas.

Um deles é Lucas Marzocca, também do 1º ano. "O jeito que eles ensinam me dá mais confiança porque era de uma maneira que eu conseguia fazer", conta o jovem, de 15 anos, que melhorou as notas em Matemática após participar da tutoria no ano passado.

Segundo o Rio Branco, o mesmo ocorreu com praticamente todos que se envolveram na atividade, inspirada em um modelo finlandês.


Autoestima

Quem é supervisionado em uma disciplina pode orientar o amigo em outra. Marzocca tem menos intimidade com os números, mas se dá bem em História. Além de contribuir com os colegas nessa matéria, a via de mão dupla melhorou seu convívio em classe. "Como tutor e tutorado, fiz amizade com pessoas que não tinha relacionamento antes."

Orientadora educacional do colégio, Rosângela Guedes diz acreditar que a melhora de autoestima e a aproximação entre os estudantes são dois méritos do projeto. "Há momentos em que os próprios alunos agendam suas aulas e trocam informações pelo WhatsApp", conta. Segundo ela, as aulas também servem para troca de dicas.

No Colégio Pentágono, no Morumbi, zona sul da capital, também existe a experiência dos minitutores. Para Américo dos Santos, coordenador do ensino fundamental 2, a proposta vai além do reforço no conteúdo. "Ajuda a criar competências socioemocionais, como respeito e cooperação mútua, entre os alunos e com o professor."


Personalizado

De acordo com especialistas, transformar o aluno em tutor é produtivo porque cria novas situações de aprendizagem.

"No entanto, é importante alternar papéis: ora está aprendendo, ora está ensinando. Não pode ficar cristalizado", alerta Cristina Barelli, do Instituto Singularidades, voltado para a formação de docentes.

Ela também afirma que a tutoria deve funcionar como uma estratégia de ensino personalizado, sem receita única de estudos. "Não pode ser um modismo. É preciso trabalhar a forma como cada criança aprende melhor", aponta. Outro risco, segundo ela, é criar uma situação de dependência. "Deve-se sempre incentivar a autonomia do aluno."

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.


São José do Egito dá passo para instalação de Centro de Referência do IF Sertão

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O Prefeito Romério Guimarães recebeu o Secretário Nacional de Promoção dos Direitos da Pessoa com Deficiência, o egipciense Antônio José Ferreira e o Reitor do Instituto Federal Pernambucano – Campus Petrolina, Ivaldo José da Silva, para uma agenda de eventos em São José do Egito.
O Secretário Antônio José está na cidade desde a sexta-feira fazendo a articulação para a implantação de um centro de referência em São José do Egito do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Sertão Pernambucano. Foi realizada uma reunião com o Diretor Institucional Erbs Cintra do IF Sertão de Serra Talhada. No sábado, o Reitor Ivaldo José da Silva veio para a Assinatura do Termo de Compromisso para instalação do Centro de Referência no município.

Ranking das Chuvas no Pajeú

Reascendendo a esperança dos sertanejos a chuva voltou a cair no sertão do Pajeú neste final de semana. Após mais um dia de temperatura alta, choveu bem em várias cidades. O blog Mais pajeú fez o levantamento dos números das chuvas do domingo para você, confira:

Afogados da Ingazeira: 12 mm
Brejinho: 0
Calumbi: 30 mm
Carnaíba: 68 mm
Flores: 67 mm
Iguaracy: 21 mm
Ingazeira: 30 mm
Itapetim: 0
Quixaba: 0
Santa Cruz da Baixa Verde: 61 mm
Santa Terezinha: 0
São José do Egito: 6 mm
Serra Talhada: 32 mm
Solidão: 28 mm
Tabira: 24 mm
Triunfo: 62,5 mm
Tuparetama: 18 mm

Fonte: www.maispajeu.com.br

Atletas da Escola Oliveira Lima estão classificadas na Copa Brasileira Feminina de Campo

O torneio deve acontecer entre junho e julho deste ano.


Após disputarem pela primeira vez e conquistarem o 6º lugar no Campeonato Brasileiro Escolar de Futebol Feminino, realizado de 12 a 19 de março, em Santa Catarina (SC), as meninas da Escola Oliveira Lima, localizada na Boa Vista, garantiram uma vaga para jogar na Copa Brasileira Feminina de Campo, que acontecerá entre junho e julho deste ano. As garotas passaram a representar Pernambuco nos torneios nacionais após vencerem a primeira edição da Taça Renata Campos, realizada no Estádio dos Aflitos, cuja final ocorreu no início do mês de março.

O resultado da boa campanha, segundo o treinador das alunas, Carlos Santiago, foi consequência da dedicação e disciplina de toda a equipe. "Lá em Santa Catarina, nós disputamos com times e clubes de vasta experiência em campo. Conseguimos essa colocação por causa do empenho das garotas, que mesmo com todas as dificuldades, se dedicaram ao máximo nos treinos. A nossa participação neste campeonato abriu muitas portas. Agora o momento é de treinar para amadurecer o desempenho", contou Santiago.

Bianca Bezerra, 15, uma das atletas e artilheira do time, também aprovou o desempenho das colegas em campo. “Nesta competição tivemos desfalques com a equipe que formamos no regional, mas jogamos todas as partidas com muita garra para compensaras. Agradecemos à Secretaria de Educação, aos parceiros e todo mundo que nos ajudou. Estamos crescendo e queremos dar maiores saltos”, afirmou.

Inscrições abertas para a Olimpíada Internacional Matemática Sem Fronteiras

Os estudantes terão até o dia 08 de abril para participar.


Já estão abertas e seguem até o dia 08 de abril as inscrições para a Olimpíada Internacional Matemática Sem Fronteiras (MSF), competição em equipes para estudantes do fundamental 1 e 2 e ensino médio. A prova será realizada no dia 10 de abril, na própria escola inscrita. A ficha de inscrição está disponível no site www.matematicasemfronteiras.org. A inscrição é gratuita para as escolas públicas. Não há limites para a quantidade de classes das escolas interessadas em participar, mas cada classe terá um único time.

Criada em 1989 pelo Ministério da Educação da França, a competição envolveu em 2014 mais de 163 mil alunos de 35 países, sendo 13 mil brasileiros. A prova é aplicada em 11 diferentes idiomas.

No Brasil, a Olimpíada Internacional Matemática Sem Fronteiras é organizada pela Rede POC – Rede do Programa de Olimpíadas do Conhecimento - programa de intercâmbio científico que tem como objetivo estimular o interesse entre os estudantes pela Ciência, Tecnologia e Inovação.

A prova também envolve alunos do ensino fundamental 1 e tem uma das questões em uma língua estrangeira, a ser escolhida pela equipe, entre alemão, inglês, francês, espanhol ou italiano. As provas são dissertativas e divididas em três níveis: básico, para o fundamental 1; junior para o fundamental 2; e sênior para o ensino médio. Todas as escolas receberão um certificado de participação e as classes com melhor desempenho ganharão também medalhas de premiação.

A MSF é a seção brasileira do evento internacional Mathématiques sans Frontières, criado pela Académie de Strasbourg, Inspection Pédagogique Régionale de Mathématiques e IREM (Institut de Recherche sur l'Enseignement des Mathématiques), órgãos ligados ao Ministério da Educação francês.

No Brasil, a MSF conta com o apoio do Consulado Geral da França em São Paulo, do Conselho Nacional dos Secretários de Educação (Consed), do Cenpec - Centro de Estudos e Pesquisas em Educação, Cultura e Ação Comunitária (instituição sem fins lucrativos ligada à Fundação Itaú Social) e da Universidade Metodista de São Paulo.

A inscrição deverá ser feita unicamente pela escola, que designará um professor como coordenador responsável. Ele deverá preencher a ficha de inscrição no site http://redepoc.com/msf/inscricoes.html.

As inscrições poderão ser feitas até o dia 08 de abril de 2015.

Gestores de educação socializam os resultados do SAEPE 2014

O encontro aconteceu nesta sexta-feira (20), em Gravatá.


Foi realizada nesta sexta-feira (20), no Hotel Canáriu`s, em Gravatá, encontro para socialização dos Resultados do Sistema de Avaliação da Educação Básica de Pernambuco (SAEPE 2014). O objetivo foi discutir e buscar melhorias para a educação da rede Estadual e municipal. Participaram do evento cerca de 400 pessoas entre secretários e técnicos das secretárias municipais, gerentes da Secretaria de Educação do Estado (SEE), além de técnicos das Gerências Regionais de Educação (GREs).

Na ocasião, foram realizadas duas palestras sobre os seguintes temas: “Avaliação e Resultados Gerais” e “Análises Pedagógicas”, ambas ministradas pelo coordenador do Centro de Políticas Públicas e Avaliação da Educação (CAED), Vagner Resende. “A avaliação do profissional é de extrema importância para garantir que o aluno tenha uma educação de qualidade, tanto no âmbito municipal quanto no âmbito Estadual”, pontuou Vagner.

A formação do SAEPE acontece desde 2008 com o objetivo de disseminar e compreender os resultados do Sistema. “Com a divulgação desses resultados é possível formar ações que visam a melhoria da educação dentro da sala de aula”, declarou o gerente de Avaliação e Monitoramento das Políticas Educacionais da SEE, Marinaldo Alves. Para a gestora da Gerência Regional de Educação Sertão do Moxotó-Ipanema (GRE Arcoverde), Elma Rodrigues, essa discursão é de suma importância para os projetos do ano seguinte. “A formação nos ajuda a pensar em novas ações, identificar investimentos que deram resultados positivos e traçar novas estratégias para o ano que se inicia”, declarou a gestora.

No município de Abreu e Lima, o SAEPE ajudou no aumento da qualidade do ensino de Matemática e Português, disciplinas que foram avaliadas pelo sistema. “Vamos nos apropriar de todas as proficiências, de todos os índices que nosso município alcançou. Isso é uma forma de incentivo aos nossos professores, a nossa cidade e aos nossos munícipes, para que eles saibam que nós estamos trabalhando com uma gestão de qualidade”, falou a secretária municipal, Adna Amorim.

SAEPE– O Sistema de Avaliação da Educação Básica de Pernambuco que tem por objetivo produzir informações sobre o grau de domínio dos estudantes nas habilidades e competências consideradas essenciais em cada período de escolaridade avaliado, além de ser uma ferramenta de monitoramento para a gestão escolar.  O SAEPE também contribui diretamente para a adaptação das práticas de ensino às necessidades dos alunos. Os resultados da avaliação produzidos pelo SAEPE são associados às políticas de incentivo para reduzir as desigualdades e elevar o grau de eficácia da escola, compondo em conjunto com as taxas de aprovação verificadas pelo Censo Escolar, o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica de Pernambuco – IDEPE.

Secretaria de Educação inicia pactuação de metas com GREs no Sertão

O secretário Fred Amancio e comitiva aportaram no município de Floresta para a pactuação de metas.


A Secretaria de Educação do Estado (SEE) deu início, neste mês de março de 2015, ao seu calendário de atividades do Pacto pela Educação (PPE) junto às Gerências Regionais de Educação (GRE). Na última quarta-feira (18), o secretário Fred Amancio, a comitiva da SEE e a equipe da Secretaria de Planejamento e Gestão (Spelag/PE) aportaram na GRE do Sertão de Itaparica, sediada no município de Floresta para a pactuação de metas. O mesmo grupo já havia passado pelas GRE do Sertão do Pajeú (Salgueiro), Sertão do Araripe (Araripina) e Sertão do Submédio São Francisco (Petrolina).

A maratona de reuniões que percorreu quatro das 17 GREs, envolveu gestores de 233 escolas dos 32 municípios que integram as quatro gerências já visitadas. Os destaques ficam por conta da participação dos alunos e professores, que recebem a comitiva com calorosas e emocionantes apresentações, envolvendo tecnologia, vídeo, dança, música, poesia e teatro.

As reuniões fazem parte da política pública de monitoramento da qualidade das escolas estaduais, e tem como objetivo reforçar a importância do planejamento e do acompanhamento dos indicadores educacionais para o alcance das metas acordadas entre Governo, GREs e escolas.

As metas pactuadas dizem respeito ao desempenho das escolas e alunos com foco no Índice de Desenvolvimento da Educação em Pernambuco (Idepe), que tem medições realizadas anualmente, e no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB), cujas avaliações acontecem a cada dois anos. Em 2015 haverá provas do Idepe e IDEB.

Os próximos encontros do PPE estão marcados para os dias 26 e 27 de março, nas GRE situadas em Garanhuns e Caruaru, respectivamente.

domingo, 22 de março de 2015

ÍCONES DA MÚSICA BRASILEIRA: JORGE BEN JOR

Jorge Duílio Lima Meneses (Rio de Janeiro, 22 de março de 1945), conhecido como Jorge Ben e Jorge Ben Jor é um guitarrista, cantor e compositor brasileiro. Seu estilo característico possui diversos elementos, entre eles: rock and roll, samba, samba rock (termo que gosta de usar), bossa nova, jazz, maracatu, funk, ska e até mesmo hip hop, com letras que misturam humor e sátira, além de temas esotéricos. A obra de Jorge Ben tem uma importância singular para a música brasileira, por incorporar elementos novos no suingue e na maneira de tocar violão, com características do rock, soul e funk norte-americanos. Além disso, trouxe influências árabes e africanas, oriundas de sua mãe, nascida na Etiópia.

Influenciou o sambalanço e foi regravado e homenageado por inúmeros expoentes das novas gerações da música brasileira, como Mundo Livre S/A, Os Paralamas do Sucesso, Racionais MC's e Belô Velloso. Jorge Ben Jor explodiu com a música '"Mas Que Nada" e logo em seguida ratificou seu talento com outro grande sucesso, "Chove Chuva". Duas canções que nada tinham a ver com a bossa nova, nem com o samba. Os puristas achavam que sua música era moderna demais. Era difícil para os músicos da época acompanhá-lo, tanto assim que seus primeiros discos foram gravados com um conjunto que tocava jazz no Beco das Garrafas, o Meireles e os Copa 5.


Carioca de Madureira, mas criado no Rio Comprido, Jorge Ben queria ser jogador de futebol e chegou a integrar o time infanto-juvenil do Flamengo. Mas acabou seguindo o caminho da música, presente em sua vida desde criança. Ganhou seu primeiro pandeiro aos treze anos de idade e, dois anos depois, já cantava no coro de igreja. Também participava como tocador de pandeiro em blocos de carnaval. Aos dezoito, ganhou um violão de sua mãe e começou a se apresentar em festas e boates, tocando bossa nova e rock and roll. É conhecido como Babulina, por conta da pronúncia do rockabilly "Bop-A-Lena" de Ronnie Self (apelido que Tim Maia tinha pelo mesmo motivo). Seu ritmo híbrido lhe trouxe alguns problemas no início, quando a música brasileira estava dividida entre a Jovem Guarda e o samba tradicional, de letras engajadas. Ao passar a ter interesse pela música, o artista vivenciou uma época na qual a bossa nova predominava no mundo. A exemplo da maioria dos músicos de então, ele foi inicialmente influenciado por João Gilberto, mas desde o início foi bastante inovador.